Fedora e Slackware

28/04/2008

O Slackware era para ter sido lançado este final de semana, porém ainda não foi disponibilizada a versão final do 12.1 e não se sabe quando será.

Quanto ao Fedora, será lançado daqui a 16 dias a versão 9. E promete muitas novidades.

Mais informações em:

www.fedoraproject.org

www.slackware.com


Flisol Campinas

25/04/2008

O Festival Latino americano de Instalação de Software Livre (FLISOL) é um festival anual de instalação de software livre que é realizado desde 2005 em diversos países da américa latina, inclusive no Brasil. E Campinas entrará nessa maratona pela terceira vez.

“Além da instalação de software livre nos computadores dos visitantes interessados, teremos também, palestras e workshops apresentadas por convidados. E interagir com outros visitantes e usuários de software livre.”

Site do evento: www.flisolcampinas.org

Com certeza estarei lá! ^^


Software livre, pós-capitalismo e… negócios

25/04/2008
Encontro da comunidade brasileira ligada ao GNU/Linux reúne público recorde, confirma papel destacado do país na luta pela liberdade de conhecimento e revela: é possível ganhar a vida, criar e empreender praticando uma lógica oposta à da propriedade privada e do interesse egoísta

Débora Pinheiro

De 17 a 19 de abril, em Porto Alegre, o 9º Fórum Internacional Software Livre – FISL 9.0 – reuniu mais de 7,4 mil participantes de 21 países no Centro de Eventos da PUCRS. Desavisados encarariam o evento como um encontro de nerds e fissurados por jogos, acessórios tecnológicos e programas de computador que quase ninguém usa. Ledo engano: no FISL, o maior encontro da área de tecnologia da informação na América Latina, a escolha pelo código aberto revela-se muito mais estratégica do que meramente técnica.

Ao confirmar o Brasil na posição de líder latino-americano no uso, no desenvolvimento e na disseminação do software livre, o 9º FISL mostrou que o código aberto é um potente denominador comum entre hackers, gestores do governo, pesquisadores, empresários e militantes de esquerda no País e no cenário internacional. O clima descontraído do evento, em que os hackers fizeram a festa, crianças circulavam com seus XO, representantes de movimentos sociais se manifestavam e um mestre de cerimônias vestido de pingüim fazia pose para todas as câmeras deu a muitos jornalistas a impressão de que o público se compunha maciçamente de estudantes. Mais um engano: os números consolidados do FISL 9.0 mostram que profissionais e empresários foram o público principal do evento, representando 73% dos participantes.

(JPG)

“Encontro da comunidade brasileira ligada ao GNU/Linux reúne público recorde”

Para além da possibilidade de ter acesso ao código do programa que se usa, o lema da comunidade do software livre é compartilhar conhecimento e informação. Esse é o ponto de partida que fez o FISL deslanchar desde 2000, e atingir público recorde em 2008. Atraindo atores importantes entre os que constroem e os que decidem sobre o uso do software livre, a nona edição do FISL acaba de confirmar que no Brasil a opção pelo código aberto consolidou-se em setores que se complementam: governo, comunidades da área de desenvolvimento de softwares e mercado. Por paradoxal que pareça, o evento impressionou pela presença de pesos pesados da indústria da informática e da tecnologia da informação, associados em sua maioria ao software proprietário. UOL, Terra, Telefônica, Google, Globo.com, Intel, Sun Microsystems e Yahoo Brasil foram algumas das empresas que participaram do evento, comprovando que o software livre provocou transformações importantes no mercado.

Não há nenhuma contradição em usar o software livre para fazer dinheiro, dizem os empresários que circularam pelos stands do FISL 9.0. Esse é também o ponto de vista do diretor sênior de estratégias para governo da Sun Microsystems nas Américas, Luiz Fernando Maluf. Para ele, a opção pelos sistemas abertos é um modelo de negócios. “Posso provar matematicamente que funciona”, diz, dando como exemplo o programa aberto Java, criado pela Sun e que conta hoje com cerca de 30 milhões de desenvolvedores espalhados pelo mundo. A seu ver, a Sun não atingiria o patamar atual – a companhia conquistou o terceiro lugar no mercado global de servidores – se tivesse optado por obter lucro em cima de registro de patentes. Ele explica que o envolvimento de tanta gente com o programa reduz o custo do desenvolvimento e acelera a chegada de cada novo produto ao mercado. O diretor sênior de estratégias para governo da Sun Microsystems nas Américas considera que o modelo de negócios baseado no registro de propriedade intelectual está com os dias contados.

Alternativa à propriedade intelectual: é possível ganhar dinheiro com software livre. Mas o conhecimento é livre. O que cada um desenvolve, a todos pertence

O novo modelo, baseado em serviços e não mais em patentes explica o trabalho de sedução feito por grandes empresas, que aproveitaram o FISL para prospectar talentos da comunidade do software livre. “Desenvolvedores de software livre trabalham por paixão”, descreve a administradora de sistema Unix Fernanda Weiden, 26 anos, que, ao fazer uma palestra sobre software livre na Alemanha, em 2005, recebeu uma proposta da Google, onde ainda trabalha. Nos stands das empresas, anunciam-se vagas dentro e fora do país. Graduação e familiaridade com interoperabilidade Windows/Unix são pré-requisitos incontornáveis, mas muitos desenvolvedores são contratados sem ter terminado o curso universitário. Ao que as empresas consultadas no evento indicam, os salários para desenvolvedores oriundos do software livre são mais interessantes. Um jovem profissional em início de carreira pode começar ganhando R$ 4 mil.

Usuários de programas livres, com código aberto, têm a possibilidade de entender como funciona o programa e de alterar a área em que estão registradas as informações que fazem o programa funcionar — o chamado código-fonte. Empresas públicas e privadas podem ter, assim, controle sobre a tecnologia que usam, adaptando os softwares às suas necessidades específicas. Dessa forma, auditorias podem ser feitas com transparência e sem a intermediação de companhias que detêm as informações sobre o programa usado, e cobram caro pela licença para usar seus programas. A General Public License (GPL), que em português significa Licença Pública de Uso Geral, é a licença mais popular para software livre. Permite que qualquer um copie, distribua, modifique e estude um programa. A GPL também determina que nenhum usuário pode se apropriar das modificações que faz no programa. Melhorias são de uso comum e já não pertencem a ninguém. Dessa forma, a lógica do software livre faz a prestação de serviço valer mais do que o produto estanque.

“Vou contar para vocês por que o software livre vai vencer. Não se trata de saber se vai vencer, mas quando”, avisa o presidente da Linux International, Jon “Maddog” Hall. Para ele, a queda dos preços dos computadores destoa do alto custo de softwares, que se tornam rapidamente obsoletos e cuja produção baseada no código fechado não consegue competir com os softwares construídos a partir de um modelo colaborativo. Hall percebe o desempenho do Brasil no desenvolvimento e na disseminação de programas em código aberto como fruto de um encontro feliz entre governo, indústria e a comunidade do software livre. Para ele, o Brasil é exemplar em se tratando de desenvolver soluções em larga escala com softwares de código aberto. Ele considera a Caixa Econômica Federal como um dos exemplos mais emblemáticos em se tratando de uso do software livre em larga escala na América Latina.

No Brasil, programas em código aberto vêm sendo adotados tanto em iniciativas públicas quanto no setor privado, afetando a vida até mesmo de quem não usa computador. Quem paga as contas ou vai fazer uma aposta usando terminais instalados nas Casas Lotéricas da Caixa Econômica Federal (CEF) está usando o sistema operacional o Linux, com a distribuição Debian. Saber isso não faz muita diferença, opina o gerente de tecnologia da informação Júlio Schneiders Neto, da Caixa. Para ele, o importante para o usuário é perceber que o uso do código aberto deixou os terminais mais ágeis e aumentou a qualidade das transações nos momentos de pico. “Antes de migraramos para o código aberto, uma transação durava em média 8 a 10 segundos. Agora, a média fica entre 3 e 4 segundos. Essa diferença representou, no ano passado, um incremento de 17% na quantidade de transações em todos os nossos terminais lotéricos”, conta Júlio Schneiders Neto.

Órgãos públcios, grandes empresas privadas e estatais, entram na dança. A Caixa economizou 10 milhões e tornou-se muito mais rápida. E o software livre chega às urnas eletrônicas

Em 2006, a CEF livrou-se do monopólio da multinacional Gtech, prestadora de serviços que dominava o sistema de processamento de dados de nove mil loterias espalhadas pelo Brasil. A Caixa migrou todos os seus cerca de 25 mil terminais financeiros lotéricos — que executam também diversas operações bancárias — para o sistema operacional Linux. “Só com licenças coorporativas, que deveriam ser pagas pelo uso de softwares proprietários, economizamos cerca de 10 milhões de reais desde então”, calcula o gerente de tecnologia da informação da Caixa Econômica Federal.

A partir das próximas eleições municipais, quem vota também estará usando software livre, já que a Justiça Eleitoral está migrando todas as 430 mil urnas eletrônicas do Brasil para uma distribuição Linux. Técnicos estão desenvolvendo uma distribuição Linux própria para uso nas eleições brasileiras, de forma a fazer com que o sistema fique mais seguro e possa ser controlado exclusivamente pela Justiça Eleitoral. A decisão de migrar para uma distribuição Linux visa atender a legislação brasileira, que determina o uso de tecnologia não proprietária em áreas estratégicas. Optar pelo código aberto também vai otimizar gastos para o Erário: o TSE estima que só nas eleições deste ano serão economizados R$ 4 milhões em licenças de software e contratos de suporte.

“O mal não está nos sistemas proprietários em si e sim no monopólio deles”, ressalta o governador do Paraná, Roberto Requião. Ele anunciou durante o FISL que, dentro de um mês, a telefonia privada do Estado será substituída por um sistema que utiliza voz sobre IP e software livre por meio da infra-estrutura de infovias da Copel, empresa estadual de energia. O novo sistema de telefonia foi desenvolvido pela empresa de tecnologia do Estado, a Celepar, que promete uma velocidade cinco vezes maior na rede e um custo de manutenção cinco vezes menor. Com a medida, Requião estima uma economia de 100 milhões de reais por ano para o Estado do Paraná. Valendo-se de uma lei estadual que estabelece preferência por softwares livres nas compras do governo, Requião comemora o fato de 80% dos contratos do governo do Paraná envolverem software livre. Calcula que, no Paraná, 200 milhões de reais deixaram de ser gastos desde 2003 por causa da implantação de sistemas de software livre.

Paraná e Rio Grande do Sul são Estados pioneiros em se tratando da preferência pelos programas em código aberto, tendência na qual o governo federal está apostando, ao definir novas regras para contratar serviços no setor de tecnologia da informação. Uma instrução normativa em processo de consulta pública privilegia soluções livres, sua publicação e seu compartilhamento por meio do portal do software público. Enquanto isso, o governo não apenas usa, mas também disponibiliza soluções que envolvem programas em código aberto. Para o gerente de Inovações Tecnológicas do Ministério do Planejamento, Corinto Meffe, o governo brasileiro está atendendo a demandas reprimidas da sociedade, ao oferecer soluções e prestação de serviços com ferramentas do software livre no Mercado Público Virtual, inaugurado durante o FISL 9.0. No site, órgãos de governo, universidades, pessoas físicas e jurídicas poderão oferecer e adquirir softwares e serviços de treinamento. A intenção é oferecer um catálogo de prestadores de serviço para as 16 soluções livres disponíveis no Portal do Software Público.

Meffe menciona o sucesso do software livre Cacic, o Configurador Automático de Informações Computacionais, um programa que supervisiona e realiza auditoria nas máquinas do serviço público. “Trata-se da primeira ferramenta disponível no portal do Software Público Brasileiro e o primeiro GPL do governo”, lembra. A ferramenta foi desenvolvida pela Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (Dataprev) e oferecida como um software público à sociedade pela secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento. Com a versão GPL, ficou assegurado que a Dataprev é a mantenedora-raiz do software, tendo portanto direito de receber de volta todas as inovações que forem introduzidas pelos usuários. O Cacic tem agora mais de nove mil pessoas cadastradas e reúne mais de 730 prestadores de serviço, além de ter a participação de oito países e algumas prefeituras latino-americanas, como Montevidéu e Assunção.

Fonte: DIPLO


Primeiras Impresões sobre o Hardy Heron

25/04/2008

Bom… Gostei bastante do Hardy Heron, não encontrei nenhum bug, achei mais rápido que outras versões e mais simples também, além de estar muito mais bonito, ainda mantém seu tema original (o Human) mas está um pouco melhorado, além de outros temas como o Clearloocks (Que agora é o Human-Clearloocks) e esta mais parecido com o Human, porém os botões, barras, etc mantém o estilo do velho Clearloocks.

Quem usa Windows agora não tem motivo para não migrar para Linux. Antigamente Linux era usado só por pessoas mais cultas e que entendiam mais de computação, mas hoje em dia, qualquer um, qualquer um mesmo pode utiliza-lo. Esta versão do Ubuntu vem até com um instalador para Windows, que instala o S.O. dentro do próprio drive “c” do Windows, como se fosse apenas um programa de Windows (OBS.: Esse tipo de instalação deixa o Ubuntu um pouco mais lento.).

Recomendo mesmo! Chegou para deixar definitivamente o Windows no chão.

Se quiser baixar a ISO, opte por fazer o download de madrugada, pois o site do Ubuntu está lotadíssimo e com um link ruim você não conseguirá mesmo baixar em horários de pico. No meu caso, eu tenho um link de 2 mb, demorou quase 5 horas para concluir o download, com uma média de 20 a 30 kb/s.

E pode também pedir o CD gravado, mas para chegar leva de 2 a 4 semanas em média, então se tiver ansioso é melhor baixar o ISO mesmo.


Ubuntu Hardy Heron (8.04) chegou!

24/04/2008

Hoje, dia 24 de abril foi lançada a verçao estável do novo Ubuntu Hardy Heron. Para obte-lo você pode pedir o cd diretamente da Holanda pelo Shipt Ubuntu ou baixar a ISO.

Você pode baixar a ISO por aqui.

Irei testa-lo ainda hoje e mais tarde postarei aqui minhas primeiras impressões sobre ele.


Novas versçoes de 2 grandes distros de Linux prestes a serem lançadas

22/04/2008

Ainda nesta semana seram lançadas novas versões de 2 grandes distros de Linux (Ubuntu e Slackware). O Ubuntu Hardy Heron 8.10, será lançado daqui a dois dias (Quinta-Feira) e quanto ao Slackware 12.1, a expectativa é que até final de semana seja liberada a versão estavel. Vale apena conferir.

Mais infosrmações em:

www.ubuntu.com

www.slackware.com


Curso Online de Ruby Gratuito

22/04/2008

O indiano Satish Talim anunciou a abertura de novas turmas para seu curso gratuito de Ruby.

É necessário ter conhecimento em Inglês. E é recomendado que você saiba alguma outra linguagem de programação.

Instruções para inscrição:

1. Crie uma conta no site www.rubylearning.org. Um e-mail de confirmação será-lhe enviado (pode demorar de 2 a 3 dias). Clique no link enviado e ative sua conta.

2. Assim que sua conta for confirmada, mande um e-mail para o mesmo e-mail que te mandou a confirmação, dizendo seu nome e sobrenome, e será enviado a você um número de matricula (Como os fusos horários são diferentes, pode ser que demore 1 dia para este e-mail ser-lhe enviado).

3. Logue-se no site e clique no link de seu curso (Ex.:FORPC101-3). Digite o número de sua matrícula e então você estará inscrito no curso.

Traduzido por: Relick (texto original).

Aproveitem o curso ^^.


Prefeitura de Porto Alegre na contramão do software livre

21/04/2008

Todas as escolas de Porto Alegre que receberam estrutura de Informática da Prefeitura Municipal irão migrar de Linux, sistema operacional contido no projeto original, para Windows. A denúncia é feita pelo gabinete da vereadora gaúcha Margarete Moraes. “Imagine que custo isso não acarretará! Além disso, houve a liberação, em dezembro, de uma dispensa de licitação da EPTC para contratação, junto à Procempa, de R$ 470 mil em licenças de Windows”, afirma o chefe do gabinete, Cesar Bento.

Conforme Bento, a dispensa de licitação extermina a concorrência ao não abrir processo seletivo normal: o fornecedor, no caso, a Procempa, já foi determinado no documento. “Isto é uma incoerência”, destaca o chefe de gabinete. “Encaminhamos, ainda em dezembro, um pedido de informações à prefeitura, que o deveria repassar para os órgãos envolvidos neste caso. O prazo oficial para resposta é de 30 dias, com prorrogação de mais 15. Até agora, não recebemos nada”, destaca ele.

Porém, a “incoerência maior”, segundo Bento, é a substituição, na administração municipal, de um software livre por um proprietário. “Por que esta preferência, se o software livre traz muito mais economia, sem decair na qualidade?”, questiona ele.

Fonte: Baguete


PowerCast: carregador de energia pode dar adeus aos fios

21/04/2008

Apesar de terem sido anunciados durante o Consumer Electronics Show, em janeiro, as tecnologias e produtos que são assunto desta coluna só chegaram ao nosso conhecimento esta semana, quase três meses depois, graças a uma matéria do site Extreme Tech. E olha que estivemos no evento de Las Vegas! Como adoramos escrever sobre fontes e tecnologias alternativas de energia e o assunto ainda não foi abordado aqui no Fórum, vamos a ele. Antes tarde do que nunca, certo?

A primeira novidade é a tecnologia batizada de PowerCast, desenvolvida pela empresa de mesmo nome. A proposta é tão ousada que tivemos que checar a data da matéria para ter certeza de que não tinha sido publicada em 1º de Abril. Em resumo, a PowerCast promete transmitir energia elétrica pelo ar, como se fosse um programa de rádio ou uma conexão WiFi.

O conceito em si não é novo: a transmissão de energia por radiofrequência é tão antiga quanto o próprio rádio. A novidade são os circuitos de transmissão (PowerCaster) e recepção (PowerHarvester) desenvolvidos pela PowerCast. Usando freqüências na faixa dos 900 MHz, a empresa alega ter obtido uma eficiência de transmissão de 60 a 70%, contra 10% dos métodos tradicionais. E, assim como numa rede sem fio, quanto menor a distância, melhor o sinal.

Antes que alguém resolva jogar o carregador do notebook fora, é bom avisar que a própria PowerCast reconhece que a solução dificilmente servirá para qualquer coisa maior que um celular – que teria que passar a noite inteira recebendo a transmissão elétrica para recarregar metade da capacidade da bateria. Mas pode libertar totalmente dos fios e trocas de pilha eletrônicos como teclados, mouses, aparelhos auditivos e relógios.

Mais do que substituir as baterias, no entanto, a tecnologia pode ser usada para mantê-las permanentemente carregadas. Foi o que a empresa fez num teste realizado no zoológico de Pittsburgh: colocou os tais “PowerHarvester” em sensores usados para monitorar a saúde de um bando de pinguins, normalmente alimentados (os sensores, não as aves) apenas por baterias. Depois de quase três meses, os que só usavam baterias pararam de funcionar. Os que tinham baterias continuamente abastecidas pela PowerCaster continuavam 100% carregados quase dez meses depois!

Na falta de pinguins, lá em Vegas, onde arrebatou o prêmio de Melhor do CES na categoria “Tecnologias Emergentes”, a PowerCast demonstrou sua invenção fazendo acender um conjunto de leds da Philips, sem fio ou bateria. Vale ressaltar que a marca dos leds não foi mencionada aqui apenas por preciosismo: a gigante holandesa deve ser a primeira a colocar no mercado produtos baseados na tecnologia PowerCast, entre o fim de 2007 e o início de 2008. Vamos esperar para ver…

Enquanto isso, duas outras empresas fizeram sucesso no CES com suas próprias soluções de transmissão sem fio de energia, só que usando uma técnica diferente da radiofreqüência: indução eletromagnética. Neste caso, o gadget a ser recarregado precisa praticamente encostar na base de recarga, mas não há contatos elétricos ou encaixes como os dos carregadores tradicionais. Mas isto é assunto para a próxima coluna.

Fonte: ForumPCs


Windows Vista Aero vs Ubuntu + Beryl

21/04/2008

Mais uma prova de que Linux humilhaaa…. ^^